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13 de mai de 2017

CEARÁ-MIRIM: PEIXOTO DIZ QUE ENTREGOU PREFEITURA A MARCONI EM SITUAÇÃO MUITO BOA



Segundo ex-prefeito de Ceará-Mirim, que deixou o comando da cidade sob forte desgaste, quatro meses não são suficientes para estabelecer análises precisas



Divulgação
No entendimento de Peixoto, a gestão tem que ser “contínua”

O ex-prefeito Antônio Peixoto (PR) considera que é precoce fazer qualquer avaliação a respeito do início da gestão de Marconi Barreto (PSDB) à frente da Prefeitura de Ceará-Mirim.
Segundo Peixoto, que deixou a Prefeitura sob forte desgaste, quatro meses não são suficientes para estabelecer análises precisas, até porque, segundo ele, muitas das ações administrativas tomadas pelo novo gestor são fruto de atos do final de sua gestão.
“Nós deixamos o município em uma situação muito boa em termos administrativos. Deixamos várias licitações em andamento para que a nova administração fosse tocada”, assinala.
No entendimento do ex-prefeito, a gestão tem que ser “contínua”. “Eu acredito que tem que ser assim, independente do gestor que esteja. Então, algumas medidas que foram tomadas no final de nossa administração favoreceram o início da gestão [de Marconi]”, afirma, registrando que algumas medidas pontuais tomadas pelo novo comando municipal são “necessárias”, sobretudo com a crise econômica.
Em relação a projetos futuros, o ex-prefeito não revela que planos políticos tem em mente, mas afirma não descartar uma candidatura nas eleições de 2018. “Estamos na dependência de Deus. Mas temos trabalhado e feito contatos. Vamos aguardar”, resume.
Ao deixar o comando do Município de Ceará-Mirim, Peixoto contribuiu para a redução no número de prefeituras administradas pelo PR. A legenda, que é dirigida a nível estadual pelo ex-deputado federal João Maia, conta hoje com pouco mais de uma dezena de prefeituras. “O partido sempre teve uma presidência muito presente, mas o PR já foi mais forte. Já teve mais prefeituras sob o seu comando. Mas, nas próximas eleições, eu não tenho dúvida que irá voltar a crescer”, pontua.
Ainda no que diz respeito ao futuro do partido, Peixoto revela que as prováveis desfiliações do ex-prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado, e da deputada federal Zenaide Maia, representam perdas significativas para o partido. “Como partidário, eu não gostaria que eles saíssem. Mas se eles estão se sentindo desconfortáveis, sobretudo com a desavença em torno dos posicionamentos dela na Câmara, eu acho que eles estão fazendo o certo [sair da legenda]”, opina.
A respeito da cadeira ocupada pela sigla hoje na Câmara Federal (justamente com Zenaide, irmã de João Maia), o ex-prefeito afirma que grande nome do partido para as eleições de 2018 – sobretudo se for confirmada a saída de Zenaide dos quadros partidários – é João Maia. “Disso, não tenho a menor dúvida”, conclui Peixoto.

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