12 de mai de 2017

PRESO O CRIADOR DO JOGO DE SUICÍDIO BALEIA AZUL

Preso
Criador do jogo de suicídio Baleia Azul diz que fez ‘limpeza da sociedade’
Criador do jogo de suicídio Baleia Azul é preso e diz que fez 'limpeza da sociedade'


Divulgação
Criador do jogo de suicídio Baleia Azul é preso e diz que fez 'limpeza da sociedade'

Um dos criadores do jogo Baleia Azul afirmou que vê suas vítimas como “lixo biológico”. Preso e em julgamento por incitar o suicídio de 16 garotas, o russo Philipp Budeikin, de 21 anos, confessou os crimes
e disse à polícia que estava “limpando a sociedade”. O jogo letal Baleia Azul é voltado para adolescentes vulneráveis ao longo de 50 dias. Os jovens devem realizar tarefas como acordar de madrugada, assistir a filmes de terror e praticar automutilação. O último comando do jogo é o suicídio.
Budeikin, um dos mentores das tarefas, têm recebido dezenas de cartas de amor de adolescentes na prisão. De acordo com a lei, as autoridades não podem interceptar as cartas nem impedir que ele responda àquelas que fornecem um endereço.
“Provavelmente, essas jovens que se apaixonaram por ele não estavam recebendo amor e atenção suficientes de seus pais”, disse a psicóloga Veronika Matyushina ao Daily Mail . “Foi assim que nasceu o sentimento romântico”.
Budeikin veio de um cenário familiar parecido com esse. Quando jovem, quase não tinha contato com sua mãe, que ia trabalhar logo cedo e voltava tarde para casa. Na escola, ele também não tinha amigos.
Investigadores acreditam que esses fatores o levaram a procurar essa conexão com adolescentes durante a vida adulta.
Em seu depoimento à polícia, Budeikin afirmou que cultivou a ideia por muito tempo antes de criar o jogo. “Começou em 2013, quando eu criei a comunidade online. Eu estava pensando nessa ideia há cinco anos. Era necessário distinguir pessoas normais do lixo biológico”.
“Existem pessoas e existem resíduos biológicos – aqueles que não representam nenhum valor para a sociedade. Que causam ou só vão causar danos à sociedade. Eu estava limpando nossa sociedade dessas pessoas”, disse.


Fonte: O Popular