O empresário Flávio Rocha, diretor-presidente do Grupo Riachuelo e executivo da Guararapes Confecções, afirmou que a candidatura do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) à Presidência “não vingará”. De acordo com Rocha, o eleitor espera um perfil “reformista liberal”. O nome do prefeito João Doria (PSBD) foi defendido pelo empresário na entrevista durante o 22° Meeting Internacional, encontro empresarial organizado pelo Lide (Grupo de Líderes Empresariais) em Assunção, capital do Paraguai.
>> Cogitado. Participativo na política, tendo sido inclusive deputado federal constituinte, Flávio Rocha vem sendo cotado para disputar as eleições de 2018, seja na condição de candidato a senador ou até mesmo a vice-presidente. São muitos os que defendem uma dobradinha dele com João Dória para o pleito do ano que vem. O empresário da Riachuelo tem dito que pode “contribuir mais” na condição em que está do que voltando a reingressar na política partidária.
>> Substituto. A Câmara Municipal de Natal está sob o comando do “interino do interino”. Isso porque o presidente em exercício da Casa, Ney Lopes Júnior (PSD), precisou ir a São Paulo tratar de uma esofagite. Enquanto ele se recupera, assumiu interinamente a presidência da Casa o segundo vice-presidente, Sueldo Medeiros (PHS).
>> Em recuperação. Quem também está em tratamento de saúde é Robério Paulino, candidato a prefeito de Natal em 2016 e a governador em 2014 pelo PSOL. O professor universitário está internado após contrair, em procedimento médico, uma infecção generalizada. O socialista chegou a permanecer por uma semana, em estado gravíssimo, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Unimed, em Natal, mas agora já está se recuperando na enfermaria. A coluna estima melhoras!
>> É amanhã. Por falar em interinidade, o Legislativo vota nesta terça-feira, 24, um requerimento do vereador Cícero Martins (PTB) que pode devolver o mandato ao presidente afastado da Casa, Raniere Barbosa (PDT). Para fundamentar o pedido para a votação, Cícero tomou por base a decisão do Supremo Tribunal Federal no caso Aécio Neves. A Corte entendeu que qualquer medida cautelar aplicada a parlamentares (como foi o caso do afastamento de Raniere) deve passar pelo crivo da casa legislativa correspondente. Neste sentido, caberia à Câmara de Natal definir se Raniere deve ou não continuar afastado, e não a justiça unilateralmente.
>> Homenagem. Por proposição do vereador Fernando Lucena (PT), a Câmara de Natal promoveu uma sessão solene na semana passada para comemorar o centenário da Revolução Russa. A sessão provocou críticas nas redes sociais.
>> Confiante. Aclamado na sexta-feira, 20, como novo presidente do Diretório Estadual do PMDB para o biênio 2018-2019, o senador Garibaldi Alves Filho disse que confia que o ex-ministro Henrique Eduardo Alves, preso desde o início de junho, vá deixar a prisão em breve, por força de decisão das instâncias judiciais superiores. Garibaldi afirmou que “o mais provável” é que Henrique vá para a prisão domiciliar.
>> Otimismo. O vice-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PMDB), estava na convenção partidária de sexta-feira e rasgou elogios ao correligionário Garibaldi Filho. Disse que era uma “honra” para o PMDB ter o senador no comando e que Garibaldi será o senador mais votado nas eleições de 2018.
>> Índices. O Brasil registrou, nos primeiros oito meses deste ano, um crescimento de 25,7% na geração de energia eólica, segundo apontou na sexta a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica. O RN se destacou no levantamento, liderando (muito à frente do segundo colocado, a Bahia) a produção, com uma contribuição de 32% em relação a tudo que foi produzido.
>> Liderança. O que chama a atenção no levantamento, além da primeira colocação potiguar, é o fato de o estado ainda ter muita capacidade para produzir. Segundo o estudo divulgado na sexta, o RN produziu até agosto 1.316 MW médios, mas tem capacidade para produzir 3.455 MW.
>> Capacidade de crescimento. A produção poderia ser maior caso houvesse mais investimentos em redes de distribuição de energia. O cenário atual é o seguinte: o estado até tem como produzir, mas a energia gerada não tem como ser efetivamente distribuída.
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