
Com a nova medida, cerca de 40 milhões de brasileiros passarão a ter isenção total da fatura de energia, enquanto outros 60 milhões receberão descontos. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, ressaltou que a medida representa um avanço na política energética ao facilitar o acesso e ampliar os benefícios. Além disso, o governo prevê um custo de R$ 3,6 bilhões com a gratuidade, valor considerado dentro da capacidade orçamentária, segundo o ministro da Casa Civil, Rui Costa.
A medida provisória também inclui a abertura gradual do mercado livre de energia elétrica. A partir de agosto de 2026, comércios e indústrias poderão escolher seu fornecedor de energia, e a partir de setembro de 2027, o mesmo será permitido para consumidores residenciais. O governo espera que a liberdade de escolha estimule a concorrência e contribua para a redução dos custos no setor.
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