PM preso por matar esposa vai para reserva com salário de até R$ 34,6 mil; SEM COMENTÁRIOS


O tenente-coronel Geraldo Leite. Foto: Reprodução

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, acusado pelo feminicídio de Gisele Alves Santana e fraude processual, foi colocado na reserva da Polícia Militar de São Paulo com salário integral. A decisão foi formalizada no Diário Oficial do Estado e entrou em vigor imediatamente.

A medida de colocação na reserva, equivalente à aposentadoria na estrutura militar, não impede que o oficial seja convocado em situações excepcionais, caso necessário. Embora esteja preso no presídio militar Romão Gomes, Rosa Neto continuará recebendo o salário integral, que pode atingir até R$ 34,6 mil com bonificações, conforme registrado no Portal da Transparência de São Paulo.

O pagamento inclui um “abono permanência” de R$ 3.748,04, destinado a servidores que já poderiam se aposentar, mas permanecem ativos. O valor bruto de sua remuneração mensal pode chegar a R$ 34.609,91.

A expulsão do tenente-coronel da corporação ainda está sendo analisada pela Secretaria de Segurança Pública e pelo Comando-geral da Polícia Militar. Um processo administrativo foi instaurado após sua prisão, e a decisão sobre a perda de sua patente não foi concluída. Caso seja expulso, Rosa Neto poderá ser transferido para um presídio comum.

Postar um comentário

0 Comentários