Por que o eclipse que vai cobrir 96% da Lua não será uma “Lua de Sangue”


Eclipse lunar parcial atrás da antena do One World Trade Center em Nova York
Eclipse lunar parcial atrás da antena do One World Trade Center, em Nova York. Foto: Eduardo Munoz
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O eclipse lunar parcial que poderá ser visto no Brasil entre a noite desta quinta-feira (27) e a madrugada de sexta-feira (28) vai encobrir 96,2% do disco da Lua no momento máximo, previsto para 1h13, no horário de Brasília. Apesar de quase todo o satélite ficar mergulhado na sombra da Terra, o fenômeno não será classificado como uma “Lua de Sangue”.

Isso acontece porque o eclipse não será total. Uma pequena faixa da Lua permanecerá fora da umbra, a parte mais escura da sombra projetada pela Terra. O termo “Lua de Sangue” costuma ser associado aos eclipses lunares totais, quando todo o disco entra na umbra e pode adquirir uma coloração avermelhada devido à passagem da luz solar pela atmosfera terrestre.

Mesmo sem se transformar completamente em uma “Lua de Sangue”, parte da Lua poderá apresentar tons alaranjados ou avermelhados durante o fenômeno. O eclipse começa às 22h24, a fase parcial vai das 23h34 às 2h52 e o evento termina às 4h02. A observação pode ser feita a olho nu, sem qualquer risco à visão, desde que as condições do tempo permitam.


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