
O deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), escolhido como candidato a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), espera que o Supremo Tribunal Federal (STF) acelere a apuração sobre uma denúncia de suposto estupro de vulnerável. O parlamentar nega a acusação.
Interlocutores de Gaspar afirmaram ao Metrópoles que ele defende a abertura rápida de investigação pela Polícia Federal para demonstrar inocência diante das acusações apresentadas pelos parlamentares Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (PSB-MS).
A Polícia Federal pediu ao STF a abertura de inquérito para investigar o caso. O procedimento foi distribuído ao ministro Gilmar Mendes.
Gilmar Mendes solicitou uma manifestação da Procuradoria-Geral da República, que ainda não se pronunciou. O caso tramita sob sigilo no Supremo.
Denúncia surgiu no encerramento da CPMI do INSS
Lindbergh e Soraya levaram a acusação à Justiça no último dia de funcionamento da CPMI do INSS, comissão na qual Gaspar atuava como relator. Os dois convocaram a imprensa para comunicar o encaminhamento de supostas provas.
A denúncia envolve uma adolescente de 13 anos que, conforme a acusação, seria filha de um suposto estupro. Gaspar entregou material genético para comparação com o da jovem.
O deputado sustenta que a análise genética pode ajudar a esclarecer o caso. Ele sempre negou as acusações feitas pelos dois parlamentares.
A manifestação da PGR é a próxima etapa formal do procedimento antes de uma decisão do ministro Gilmar Mendes sobre o pedido da Polícia Federal.
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